Google
 

7.3.08

Top 20 - As caras mais ridículas de Patrick "Fantasminha Camarada" Swayze

Uma notícia chocou Hollywood na última quarta-feira: o ator Patrick Swayze (lembrando como o eterno fantasma boa-praça do filme "Ghost - Do outro lado da vida" ou como o elétrico instrutor de dança latina no filme "Dirty Dancing") está com câncer. Segundo o jornal New York Post, o ator teria recebido o diagnóstico de um câncer no pâncreas há cerca de um mês.

"Patrick tem um tipo muito limitado da doença, e parece que está respondendo bem ao tratamento até agora", disse o médico George Fisher sobre o ator, de 55 anos. Segundo a literatura médica, o câncer de pâncreas é uma das formas mais letais da doença, e apenas um em cada 10 pacientes vive mais de cinco anos após o diagnóstico. (Via Yahoo Notícias)

A notícia pegou em cheio os criadores do site Best Week Ever, que, horas antes do anúncio público da condição de saúde do ator, pôs no ar uma enquete para apontar qual a cara mais ridícula do ator no filme Ghost (querem uma melhor prova de falta de sorte?). Como poderia parecer uma piadinha de mal gosto, logo após a divulgação da notícia o pessoal do site criou uma nova enquete, aí para escolher a expressão mais linda do ator.

De qualquer forma, por pior que seja a notícia, a enquete com as Top 20 ainda está por lá. E deve-se reconhecer que a disputa vai ser acirrada.

Abaixo colocamos as 5 que, na nossa opinião, devem brigar pelo título. Se fosse apostar, jogaria minhas fichas na 3ª. E você?

(Para ver a lista completa com as Top 20, acesse o site)







*Uma informação que não tem muito a ver com o que foi dito acima, mas que me chamou a atenção: Patrick é casado com sua namorada da adolescência desde 1975 - fato mais do que raro no mundo leviano das celebridades.

Marcadores: , ,

21.1.08

"Eu sou a Lenda" - I am Legend

Este não é certamente o primeiro filme a falar de zumbis, mortos-vivos ou pessoas infectadas por vírus mortais que as transformam em máquinas semiviventes sedentas por sangue. Ainda assim, "Eu sou a Lenda" apresenta ao público algo a mais do que meramente a correria frenética pela vida do protagonista Robert Neville (interpretado por Will Smith). Com o típico aspecto sombrio que permeia os filmes nos quais o vilões só saem à noite porque a luz do sol lhes é fatal, a película conta a história de um coronel do exército que se transforma no único humano resistente ao ataque de um vírus mortal, que transforma as pessoas naquilo que descrevi logo acima. A chamada do cartaz de divulgação dá a tônica daquilo que os telespectadores encontram nas telas: "O último homem da Terra não está sozinho". Imbuído de seu espírito de civilidade, Dr. Robert se empenha em viver por 3 anos numa Nova York devastada, isolada do mundo e habitada por criaturas abissais. Seus dias, ele divide entre as atividades físicas, o cuidado à sua cadela Sam e a caça de espécimes para seus estudos em busca de um antídoto capaz de reverter os efeitos nocivos do vírus.

Não há como negar que o filme se assenta no terreno sempre fértil da ação - tiros, socos, perseguições, explosões; nada deste receituário fica a dever. Ainda assim, a história consegue levantar alguns questionamentos maiores. A começar pela mesma chamada já referida. "O último homem na Terra...". Certo, preciosismos à parte, por pouco mais de uma hora e meia Nova York se transforma no mundo. Não há vida na cidade. Parece não existir em nenhum outro lugar do planeta! Exagero? Nenhum. Tudo perfeitamente justificável. Até mesmo necessário... A linguagem cinematográfica justifica: para uma obra que mexe com a emoção, a totalização da parte tem grande repercussão. Quando a parte passa a representar o todo, todos os sentimentos e as emoções a ela ligadas são potencializadas e intensificadas. Em virtude disso, nada mais natural do que uma cidade representar - não literalmente - o mundo inteiro.

Duas outras grandes questões - que também estão interligadas - trazem à baila dilemas existenciais do ser humano, constantemente abordados nas mais variadas formas de representação artística. Uma delas é o bom e velho questionamento sobre o que você faria se estivesse sozinho no mundo. Ficaria à vontade, entraria na casa dos outros, deixaria de lado o comportamento ético e moral em prol do livre-arbítrio e da permissibilidade total frente a atos e fato? Existiria ainda algum tipo de comportamento ético quando sua única forma de relacionamento fosse travada consigo mesmo - quando no máximo com um cachorro ou com manequins que você mesmo vestiu para fingir que fossem outras pessoas? Isso nos leva à outra questão: quanto tempo uma pessoa normal aguentaria viver nesse estado de isolamento e solidão? Quanto tempo até deixar-se vencer pelos caminhos entruncados da mente? Quantos dias, meses ou anos até, por exemplo, passar a acreditar que os manequins que você mesmo vestiu são pessoas de verdade?

Uma série de discussões paralelas ainda contribuem para a emaranhada trama da história, desde a degradação total do ser humano provocada por sua própria prepotência (a certeza de ter encontrado um vírus benigno que, quando injetado, representaria a cura definitiva do câncer) até a primitiva evolução social de uma classe de seres desprovidos de razão (organizados segundo um sistema hierárquico). Cada um desses elementos contribui em sua parte para construir um enredo firme, sólido e coerente.

Apesar do final, que deixa um pouco a desejar simplesmente por não acompanhar o ritmo frenético do desenrolar da história, e dos efeitos visuais um tanto intragáveis, essa é uma película que vale a pena assistir. Porque, como se pôde ver, esse não é só mais um filme sobre zumbis.

Marcadores: ,

9.1.08

Mr. Beanbastic!

O filme já nem é mais tão recente, mas o trailer - melhor dizendo, o clipe com a performance fantástica de Mr. Bean - ainda compensa.



Mr Beanbastic (Mr. Bean Dancing) - video powered by Metacafe

Marcadores: , ,

22.11.07

Ele vai voltar!... Que bom!!!!

A data de lançamento do 11º filme da série Sexta-Feira 13 já foi marcada. O filme irá estrear no dia 13 de fevereiro de 2009, evidentemente que será uma sexta-feira.

O longa será dirigido por Marcus Nispel, ele foi o responsável pela versão de 2003 do clássico O Massacre da Serra Elétrica. O roteiro ficou nas mãos de Damian Shannon e Mark Swift, a mesma dupla responsável por escrever Freddy vs. Jason.

A franquia Sexta-Feira 13 se tornou mundialmente famosa pelo seu vilão Jason Voorhees, um dos mais marcantes do gênero terror. Desta vez, Jason virou uma lenda em Crystal Lake, acampamento onde costuma ser o responsável pelos piores assassinatos da história do cinema. De acordo com o site CHUD.com, logo no início do filme, cinco crianças estão sentadas ao redor de uma fogueira quando uma delas começa a contar a história do imortal serial killer.
Fonte: Yahoo! Cinema


P.S.: Para responder a todos os leitores que me olham indignados pelo título deste post, venho a público dizer que sou sim um fã da série Sexta-Feira 13 e de Jason Voorhees! Não pela qualidade da produção oitentista dos filmes (ainda que, sem dúvida alguma, a tosquice dos filmes B dos anos 80 seja imbatível), tampouco pela originalidade do roteiro. Gosto - e sou fã - simplesmente porque gosto. Assim mesmo, sem mais desculpas nem razões. Vai entender...

Marcadores:

View Guestbook Sign Guestbook WWF-Brasil. Cuidando do ambiente onde o bicho vive. O bicho-homem.